quarta-feira, 10 de julho de 2013

Elites reacionárias e sua sanha golpista

|►Entre 1990 e 1998, os sucessivos déficits comerciais não podem ser explicados por uma conjuntura externa. Foram resultados de uma “política deliberada”, que considerava destoante fazer caixa, sendo mais apropriado endividar-se, vender patrimônio, desnacionalizar a economia – e ainda ser obrigado a desvalorizar a moeda.
|►Para compreender a sanha golpista das elites reacionárias e seus colossos midiáticos é necessário se dar conta da revolução molecular que vem sendo operada desde 2003. Só um maximalismo pequeno-burguês não deixa perceber a trama.

“É mais fácil fazer o mal feito do que corrigi-lo uma vez feito” –Sêneca? |►Não me cabe na inteligência gastar R$ 90 mil, para reformas, principalmente em banheiros – não creio possível apenas ai. |►Para ver o jogo Brasil x Inglaterra no camarote da Globo(!?), JB foi num avião da FAB. Ah sim! A Globo é a mesma que contratou seu filho. Tudo ótimo!

|►Sem sair do foco, nos vem que a Globo enfrenta uma questão milionária na Receita Federal. Documentos vazados por alguém da Receita que contara história escabrosa: sonegação de R$ 615 mi em valores de 2006. Sim, há documentos. O mais grave é que sumiram com o processo todo já sabem a autora da proeza. 

|►Para piorar, outro capítulo! O herói das Ruas – Maycon Freitas – descaradamente declara: “meus amigos e eu estamos cansados de tanta história de corrupção e impunidade. Sabe quanto desaparece dos cofres públicos todo ano no Brasil? Mais de R$ 200 bilhões de reais”. Numa reportagem, declara ser a Globo o melhor emprego do mundo. Pois é, “o herói” é velho parceiro da “Globo 615 mi”.  O veneno não foi suficiente? Então assista ao vídeo a seguir:

Alfio Bogdan

segunda-feira, 8 de julho de 2013

domingo, 7 de julho de 2013

dan2010: Vamos à Verdade...

dan2010: Vamos à Verdade...: Verdade não tem donos Originalmente da Revista do Brasil   em   15/06/2013 Conhecido como cordial, o brasileiro tem, sim, alguma tendên...

Vamos à Verdade...

Verdade não tem donos

Originalmente da Revista do Brasil em 15/06/2013
Conhecido como cordial, o brasileiro tem, sim, alguma tendência a pôr ­pedra sobre determinados assuntos. A Comissão Nacional da Verdade e a Lei de Anistia são dois deles. Instalada há um ano, a comissão mostrou ousadia na apresentação de relatório parcial, pela primeira vez com indicação de responsabilidades e citação a comandos militares. Ainda sofre pressão de quem espera avanços na conciliação do país com sua história. Mas também de quem acha que tudo deve ficar como está. Essa ala afirma que a Lei de Anistia, aprovada em 1979, em um país ainda presidido por general, promoveu a pacificação.

Mas crimes contra a humanidade não prescrevem, segundo o direito internacional. E opositores da ditadura foram processados – quem sobreviveu à prisão, claro –, com base nos tribunais e leis do regime autoritário. Ainda hoje, defensores de 1964 afirmam que o golpe se antepôs ao “risco” de uma ditadura comunista. Uma balela. A pretexto de defender a democracia, militares e civis a interromperam por 21 anos. Muitas vezes, como escreveu em 1994 dom Paulo Evaristo Arns, tocando no corpo de suas vítimas para machucar, destruí-las psicológica e humanamente, matar. A Comissão da Verdade não surgiu para “vingar” ninguém. Mas para apresentar a versão da história por décadas sufocada. É sobre esse desafio a reportagem de capa.

Esta edição fala ainda sobre outro desafio do futuro, agora na área econômica: as medidas adotadas pelo governo, especialmente as desonerações tributárias – que reduzem custos da produção e encorajam consumidores – e seus possíveis efeitos na retomada do crescimento. Mesmo rateando, com tropeços, o país se diferencia do mundo em crise por recusar o receituário da “austeridade” e continua criando postos de trabalho com carteira assinada e ostentando as menores taxas de desemprego de sua série histórica. Talvez se possa inferir que nem só o PIB mede a eficiência econômica de um país.

dan2010: A Globo "sonegação" - O herói que nasceu no projac...

dan2010: A Globo "sonegação" - O herói que nasceu no projac...: “É mais fácil fazer o mal feito do que corrigi-lo depois de feito” –Sêneca? | ► Não me cabe na inteligência gastar R$ 90 mil, para reformas...

A Globo "sonegação" - O herói que nasceu no projac

“É mais fácil fazer o mal feito do que corrigi-lo depois de feito” –Sêneca? |►Não me cabe na inteligência gastar R$ 90 mil, para reformas, principalmente em banheiros – não creio possível apenas ai. |►Para ver o jogo Brasil x Inglaterra no camarote da Globo(!?), JB foi num avião da FAB. Ah sim! A Globo é a mesma que contratou seu filho. Tudo ótimo!

|►Sem sair do foco, nos vem que a Globo enfrenta uma questão milionária na Receita Federal. Documentos vazados por alguém da Receita que contara história escabrosa: sonegação de R$ 615 mi em valores de 2006. Sim, há documentos. O ódio ao PT vem da autuação da Globo pela RF. Globo mostra o recibo.

|►Para piorar, outro capítulo! O herói das Ruas – Maycon Freitas – descaradamente declara: “meus amigos e eu estamos cansados de tanta história de corrupção e impunidade. Sabe quanto desaparece dos cofres públicos todo ano no Brasil? Mais de R$ 200 bilhões de reais”. Numa reportagem, declara ser a Globo o melhor emprego do mundo. Pois é, “o herói” é parceiro da “Globo 600 mi” de longa data.  O veneno não foi suficiente? Então assista ao vídeo a seguir:


Alfio Bogdan

Bernardo o 5ª coluna???

PAULO BERNARDO, O QUINTA-COLUNA



Por Bepe Damasco, em seu blog:

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.” (Guimarães Rosa)

Endosso a sugestão do Renato Rovai, em artigo publicado em seu blog, recomendando o grande escritor mineiro para a presidenta Dilma neste momento.

O blogueiro acerta na na mosca também quando lembra que o confronto é inevitável, conclamando a presidenta para ir à TV e às ruas em defesa do plebiscito e das conquistas do seu governo contra a trairagem do PMDB e do Congresso. Mas quero acrescentar aqui outra providência essencial para superar a crise : uma ampla reforma ministerial. Que deve começar pela demissão do ministro das Comunicações, Paulo Quinta Coluna Bernardo, amigo das teles, da Veja e de O Globo.

Como diz CartaCapital, o ministro do plim-plim e do trim-trim. Sua entrevista às páginas amarelas da Veja, no auge das mega manifestações de junho, atacando os lutadores pela democratização da mídia no Brasil e a militância do PT foi a gota d’água. Não pode passar em branco uma destro provocação como aquela.Ainda mais partindo de alguém que já ostenta no currículo a interdição do debate sobre um novo marco regulatório para a radiodifusão no Brasil, sentando em cima do projeto elaborado pelo ex-ministro Frankilin Martins.

O mesmo lixo jornalístico que o “premiou” com o espaço nobre reservado aos seus cupinchas publicou na edição desta semana mais uma capa emblemática do tipo de jornalismo golpista e fétido praticado por ele: um precipício do qual despencam ratos e uma bandeira vermelha. O que deve ter passado na cabeça do “bom petista” (como Bernardo é tratado por Veja) ao se deparar nessa mesma edição com um militante de extrema direita e funcionário da Globo sendo mostrado como exemplo do “novo Brasil que emergiu das 
ruas?”

Bobagem imaginar que o ministro possa ter se arrependido, afinal ele está longe de se deixar usar como uma espécie de inocente útil. Bernardo é um caso típico que quem já cruzou o Rubicão e se posiciona do outro lado da trincheira. Esperar o que de quem pensa como um neoliberal, imprime linhas de gestão conservadoras e excludentes, se perfila junto aos monopólios e esbanja preconceito contra seu próprio partido ?

Se o PT não tivesse sido arrastado pela avalanche da burocratização e se deixado contaminar pela praga do excesso de moderação institucional, seria o caso da instalação, na Comissão de Ética do partido, de um processo de expulsão do ministro.

No próximo post, volto ao tema reforma ministerial.
Fonte - CAf 7/7