sábado, 22 de novembro de 2014

così bella - De um tucano inteligente: FHC se apequena a cada pronunciamento

“Para viabilizar a administração pública, muitas vezes, a política tem que abandonar, temporariamente, a ética”. Eita!! Já vi coisa “braba”, ma così bella... A moça está mais ou menos virgem; Estupra, mas não mata —lavou, enxugou, está nova —; Rouba, mas faz; A professora não ganha mal, ela é mal casada; Quem quer ganhar dinheiro no ensino, que vá para a escola particular; Ele não roubou não, tomou emprestado para devolver depois. A Petrobras não pode ficar sufocada. Em decisão monocrática, Gilmar Mendes isentou a Petrobras das licitações. Liminares é com ele mesmo! E agora... 

“Delegados da PF” abusaram de suas prerrogativas ao divulgarem, como se fato, algo que não existiu, de fato, tentando influenciar na campanha pró Aécio; “ultrajaram a honra de José Carlos Cosenza". E daí, Zé Eduardo? Tudo bem? Com amigos assim a Dilma não precisa de inimigo! Os carinhas estão enfiando o pé na jaca!!!


Semler, autor do livro “Virando a Mesa”, num “choque de honestidade”: "Vergonha é uma pessoa dizer que sente vergonha de algo de que ela mesma se beneficiou”. Fessor, FHC, e agora? Essa foi na moleira hem! Os envergonhados, diz Semler, agem como que se os problemas da Petrobras surgiram com o PT. Hipocrisia é isto! Mas, boa mesmo é “abandonar temporariamente a ética para...” 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

dan2010: Padre Marcos foi ameaçado após denunciar trabalho ...

dan2010: Padre Marcos foi ameaçado após denunciar trabalho ...: Padre italiano é ameaçado após denunciar trabalho escravo Marcos Bassani registrou a denúncia em sua coluna no blog Grajaú de Fato;...

Padre Marcos foi ameaçado após denunciar trabalho escravo

Padre italiano é ameaçado após denunciar trabalho escravo

Marcos Bassani registrou a denúncia em sua coluna no blog Grajaú de Fato; o missionário reside no Estado do Maranhão desde 2002
18/11/2014
O padre missionário italiano Marcos Bassani foi ameaçado por um fazendeiro em sua própria residência após ter feito uma denúncia de trabalho escravo na região de Alto Brasil, no Maranhão (MA). O texto foi publicado em sua coluna no blog Grajaú de Fato. Bassani reside em Alto Brasil e presta serviços à Diocese de Grajaú (MA).
De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o padre não teve a intenção de caluniar ou difamar ninguém, mas apenas denunciar “essa prática atroz, criminosa e mediévica que ceifa vidas e desconstrói sonhos e esperanças de pessoas que vendem sua força de trabalho para conseguir melhores condições de vida para si e para a família.”
Bassani registrou a ocorrência e “espera que tudo se resolva o mais rápido possível da melhor forma.”
O missionário reside no Estado do Maranhão desde 2002, quando chegou ao Brasil para assumir a paróquia de Dom Pedro. Além disso, também prestou serviço social em defesa dos marginalizados da região em prol da redução das desigualdades sociais.
Alfio Bogdan - Físico e Professor

sábado, 15 de novembro de 2014

dan2010: O golpe, por enquanto, faliu....

dan2010: O golpe, por enquanto, faliu....: Com prisão de empreiteiros na Lava Jato, o golpe faliu. Ia tudo bem com o golpe demotucano. PSDB, Veja, Globo, a ala agora confes...

O golpe, por enquanto, faliu....

Com prisão de empreiteiros na Lava Jato, o golpe faliu.


Ia tudo bem com o golpe demotucano. PSDB, Veja, Globo, a ala agora confessadamente tucana da PF em campanha, divulgando seletivamente o que lhes interessava na Operação Lava Jato. Menos uma coisa:

A militante ala tucana da PF procurou, procurou, tentou, tentou e não conseguiu encontrar nada contra Dilma.

Restou uma rocambolesca capa da Veja às vésperas das eleições para tentar eleger Aécio. O golpe falhou mais uma vez, e Dilma foi eleita.

Chegou a sexta-feira 14, com a sétima fase da operação prendendo cerca de 20 diretores de 9 das maiores empreiteiras do Brasil, inclusive alguns presidentes destas empresas.

Apesar de manterem as aparências e tentarem faturar com o fato, os políticos demotucanos não contavam com isso. O PIG (Partido da Imprensa Golpista) quer direcionar o fato apenas contra o PT, para derrubar Dilma, mas está difícil. E quer sangrar a Petrobras para privatizá-la a preço de banana. Mas como demonizar duas dezenas dos donos ou diretores de alguns dos maiores grupos econômicos do Brasil?

As grandes empreiteiras estão há décadas atuando. São velhas conhecidas dos governos tucanos, inclusive em outras operações da Polícia Federal como a Castelo de Areia. Continuam atuando nas maiores obras dos governadores do PSDB. Controlam os caros pedágios paulistas e paranaenses. Tem participações em empresas de vários setores da economia. Todas são grandes doadoras de campanha para todos os grandes partidos, e o PSDB é um dos que mais recebem.

Dessa vez, nenhum dono ou diretor de empreiteira deve estar disposto a dar uma de Cristiano Paz e Ramon Hollerbach que se deram mal no mensalão, ao quererem detonar só o PT e blindar demotucanos com quem tiveram negócios, como nos governos de Aécio, Perillo, Roriz, FHC, os contatos com comitê de Serra em 2002, os vultosos repasses da antiga Telesp, etc. Os dois publicitários acabaram condenados a 26 e 30 anos de prisão, pena maior do que muitos homicidas, enquanto os tucanos estão todos soltos.

Se os advogados das empreiteiras não conseguirem melar a operação Lava Jato igual melaram a Castelo de Areia, dificilmente deixarão os tucanos de fora desta vez, até por instinto de sobrevivência. Afinal, quando tem tucano no rolo, a mídia trata discretamente, como trata o propinão tucano nos trens, como trata a Castelo de Areia, sem pressionar o judiciário a pré-condenar (e nem mesmo a desengavetar o que está parado).

Que existe corrupção envolvendo empreiteiras, funcionários e políticos corruptos, ninguém dúvida. E que políticos corruptos existem tanto em partidos da base governista como nos de oposição também todo mundo sabe. As operações da Polícia Federal, desde que sejam tocadas com rigor de seriedade, sem direcionamento político, nem seletividade, são necessárias para depurar a administração pública, sanear a política e para enquadrar as empresas privadas a não querer levar vantagem corrompendo nem formando cartéis. No final das contas, o governo Dilma sairá fortalecido e virá o reconhecimento popular de que seu governo realmente cria estruturas institucionais para acabar com a impunidade e combater a corrupção. Inclusive fortalece a campanha pela reforma política e pelo fim do financiamento empresarial de campanhas eleitorais.

Nesta fase da Operação Lava Jato, foi pouco destacado, mas a Receita Federal também participou. Isso porque dinheiro pago simulando serviços ou fornecimento inexistente é uma forma de sonegação ao abater do lucro despesas que não existem. Logo, a Receita Federal vai autuar, cobrar o imposto, multa, e juros das empreiteiras e empresas que tiverem feito isso. Fala-se em R$ 1 bilhão de impostos recuperados. Ponto para o governo Dilma.
Alfio Bogdan - Físico e Professor  - Amigos do Presidente Lula.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

dan2010: Frente de Esquerda para pensar em 2018

dan2010: Frente de Esquerda para pensar em 2018: Tarso Genro em Carta Maior A postura que a direita conservadora, em geral, e o centrismo neoliberal vem assumindo, depois da confirmação ...

Frente de Esquerda para pensar em 2018

Tarso Genro em Carta Maior
A postura que a direita conservadora, em geral, e o centrismo neoliberal vem assumindo, depois da confirmação da vitória da presidenta Dilma, demonstra que estamos chegando num novo momento de transição, no qual se revigora, de um lado, a questão democrática e, de outro, cobra atualidade a questão da unidade da esquerda, para continuar mudando o Brasil.
Esta transição está com seu futuro indeterminado, mas poderá ser para melhor, como foi o ciclo aberto pela Carta aos Brasileiros em 2002.
Mas uma "Carta aos Brasileiros" nos mesmo moldes da anterior, seja agora (no início do novo governo Dilma), seja num futuro governo em 2018, não só não teria nenhum efeito para "acalmar os mercados", mas também não alinharia as mesmas forças políticas, no Legislativo e na sociedade, para dar sustentação a um novo ciclo de reestruturação das classes sociais no Brasil. Falamos num novo ciclo frontal de combate às desigualdades sociais, que ainda persistem no Brasil de maneira dramática e vergonhosa.
Se é verdade que, em outros momentos, a estratégia daquela carta foi necessária e funcionou, para permitir a reestruturação da sociedade de classes no Brasil - interferindo positivamente na vida de 50 milhões de pessoas - não é menos verdade que a própria sociedade, reestruturada, gerou sujeitos sociais e políticos mais exigentes em relação aos seus direitos fundamentais, cujos espaços, na democracia, ou se alargarão, ou passarão a ser sonegados por governos "mudancistas", saudosos das "exigências" do mercado.
Trata-se de um impasse mais profundo: a disputa pela renda, a disputa pela qualidade dos serviços públicos, a disputa pela liberdade de fazer circular livremente a opinião, a disputa pela participação direta da sociedade - como orienta a própria Constituição de 88 - para produzir políticas públicas, a disputa em torno de um novo modelo para o sistema político, todas estas disputas farão sucumbir o velho sistema de alianças ainda vigente, originário da transição da ditadura para a democracia.
A aliança que se formou no segundo turno da eleição da Presidenta Dilma, permitiu que velhos e novos companheiros se reencontrassem, para defender o país do retrocesso originário do "perigo Aécio". Este expressou, durante a sua campanha (seguido pelos seus militantes radicais nos bairros da alta classe média) um ódio antipetista e antiesquerda, que lembrou os meses que antecederam o Golpe de 64.
O governo da presidenta Dilma deve, não só ser defendido da direita tradicional dos tucanos, mas também da direita que integra a base parlamentar do seu próprio governo. Esta base tudo fará para que a Presidenta assuma, na verdade, a agenda derrotada nas eleições presidenciais. Isso significa, não só retroceder nas políticas sociais e no privilegiamento da manutenção do emprego, mas também significa assumir a ortodoxia econômica para a administração financeira do Estado.
A gigantesca dívida da União e as manipulações do mercado financeiro mundial, compõem um terreno fértil para a direita neoliberal operar a redução das funções públicas do Estado, desde que não se construam novas políticas de financiamento da União, capazes dar lastro ao desenvolvimento do país e, ao mesmo tempo, capazes de combater a volta da inflação.
O imposto sobre as grandes fortunas, a redução dos gastos com juros da dívida pública e um novo CPMF, por exemplo -no âmbito de um novo pacto tributário- podem ser instrumentos poderosos para enfrentar esta nova transição: sair do bloqueio do crescimento causado pelo financiamento especulativo, para uma situação de crescimento baseado no aumento da produção e da demanda, bem como nas exportações com valor agregado.
A esquerda deve debater, desde logo, a formação de uma ampla Frente Política, já com vistas em 2018 e também para dar suporte, hoje (pelo menos aquela parte da esquerda que está comprometida com o não-retrocesso) ao Governo Dilma. O mero suporte político do governo atual, sem projeção da unidade da esquerda para o futuro, não travará o retrocesso que pode vir de dentro da própria aliança governamental.
O ideal seria que, desta feita, um novo tipo de "carta aos brasileiros" fosse discutida desde logo, para ser publicada em meados de 2016. Uma carta, não de Governo, mas de personalidades políticas de vários partidos e frações de partidos, acadêmicos, lideranças da sociedade civil e dos movimentos sociais, intelectuais de todo o país. Uma carta para ser entregue aos partidos progressistas, chamando uma Frente de Esquerda, com uma plataforma mínima de unidade plural, através da qual se escolheria um candidato vinculado àqueles compromissos. O redesenho do futuro já começou. Alguns pelo ódio. Por nós, será através de um novo projeto, que começa já.
Alfio Bogdan - Físico e Professor