terça-feira, 13 de junho de 2017

dan2010: Usar o Estado em sua própria defesa é atacar a DEM...

dan2010: Usar o Estado em sua própria defesa é atacar a DEM...: Presidente nega com veemência que mobilize organismos públicos em interesse próprio, mas precisa provar com atos que não se vale mesmo de r...

Usar o Estado em sua própria defesa é atacar a DEMOCRACIA.

Presidente nega com veemência que mobilize organismos públicos em interesse próprio, mas precisa provar com atos que não se vale mesmo de recursos de ditaduras.
Não se pode menosprezar a capacidade do presidente Michel Temer e de seu grupo de atuarem nos desvãos de Brasília para se manter no poder. A vitória obtida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por 4 a 3, contra o pedido de cassação da chapa que Temer formou com Dilma Rousseff, contou com dois votos de ministros indicados há pouco tempo pelo governo — Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. Prova de clarividência e do faro estratégico do bunker em que se transformou o Planalto, para levar o presidente até 31 de dezembro de 2018, a salvo de perigos. 
Se o julgamento desmoralizou a Justiça Eleitoral, diante do oceano de provas de uso de dinheiro sujo pela chapa, também sinalizou que a decisão de Temer e grupo de resistirem a qualquer custo parece não ter limites. Isso preocupa. Na própria sexta, quando o tribunal inocentou Temer e Dilma, a revista “Veja” informou que, do contra-ataque desfechado pelo Planalto, constaria a Lava-Jato como alvo. No caso, o ministro Edson Fachin, do Supremo, relator, na Corte, dos processos derivados da investigação, e responsável pela homologação da delação de Joesley Batista, do grupo JBS, que tantos danos causou ao presidente. 
Em um caso inominável de uso da máquina do Estado em proveito próprio, o presidente teria mobilizado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para produzir um dossiê contra o ministro. Pelo menos uma das linhas exploradas pela espionagem seria a suposta proximidade de Fachin com o JBS. A presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, reagiu no tom devido, tachando a devassa de “própria de ditaduras” e “gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a democracia e contra as liberdades”. O Planalto divulgou nota de desmentido, além de o próprio Temer telefonar para a ministra.
Ontem, a presidente da Corte, por meio de assessores, deu voto de confiança a Temer — “não há o que questionar quanto à palavra do presidente da República”. Temer, ainda, divulgou vídeo com desmentido veemente.
Esta grave faceta que a crise em torno de Temer revela não para aí. Por óbvio, os organismos de Estado devem agir diante das falcatruas relatadas por Joesley, mas há um movimento de braços do governo para estrangular o JBS como empresa — e este não é objetivo da legislação sobre acordos de leniência e de colaboração premiada.
Este jornal criticou a excessiva benevolência com que a Procuradoria-Geral da República premiou os irmãos Joesley e Wesley Batista por suas delações, sem um dia sequer de prisão, mesmo domiciliar, e com a permissão de viajarem para o exterior. Não se aceita é retaliação, própria do autoritarismo. Para reforçar os temores, um ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, em solenidade, sexta, no Tribunal de Justiça do Rio, se referiu ao enorme poder do Estado brasileiro, “quando quer se vingar de alguém”. E citou o caso do JBS: “ninguém tem dúvida de que vai virar terra arrasada”.
Por tudo isto, e mais o que poderá vir, Temer e o governo têm de dar demonstrações cabais de não repetir práticas de ditaduras, como citou a ministra Cármen Lúcia. Deveria se comprometer, por exemplo, na substituição de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, a escolher o primeiro colocado na lista tríplice que receberá. Como fizeram Lula e Dilma, por sinal.
Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em acidente de trânsito.
O Globo - Brasil247 


sábado, 3 de junho de 2017

dan2010: Aguerridas Gleisi Hoffmann e Érika Kokay duas mulh...

dan2010: Aguerridas Gleisi Hoffmann e Érika Kokay duas mulh...: PT com Gleisi ao lado de outras mulheres dirigentes:— A eleição da senadora  Gleisi Hoffmann  ...

Aguerridas Gleisi Hoffmann e Érika Kokay duas mulheres a representar a força combativa



PT com Gleisi ao lado de outras mulheres dirigentes:—
A eleição da senadora Gleisi Hoffmann como a primeira mulher presidenta nacional do PT foi comemorada pela militância petista, ao final do “ 6º Congresso Nacional do PT – Marisa Letícia Lula da Silva”, na noite deste sábado (3).
A jovem maranhense Graciele Muniz, destacou a simbologia do PT eleger uma mulher para a presidência da legenda, após ter sido o partido que elegeu a primeira mulher presidenta da República, Dilma Rousseff.
“Assim como Dilma foi protagonista, sendo a primeira mulher presidenta da República, agora nós reafirmamos a mulher dentro do PT com Gleisi. E viemos ao Congresso eleger uma mulher e uma mulher que representa realmente todas as mulheres do PT”, declarou.
A dirigente estadual do partido no Maranhão também destacou que a eleição de Gleisi oxigena a militância para ir às ruas e dizer que as mulheres são aguerridas e estão firmes na luta.
“Eu parabenizo a Gleisi e digo a ela que juntas vamos construir esse novo momento para o PT”, completou.
Para o militante do Distrito Federal, Pedro Henrichs, a eleição da senadora é um marco para o PT. Ele lembrou que no DF também foi eleita uma mulher presidenta do diretório distrital, Érika Kokay.
“Gleisi é um quadro dirigente que vai falar para fora do partido com muito mais respaldo e com uma credibilidade muito maior. Isso faz com que não só a presidência, mas a montagem dessa nova executiva seja com quadros muito mais qualificados, liderados por uma mulher que foi fundamental nesse processo de defesa do legado do PT quando nós fomos governo desse País”, afirmou.
Processo democrático:—
Os candidatos que também concorreram à presidência do PT, o senador Lindbergh Farias e o representante do movimento negro José de Oliveira também comentaram a vitória de Gleisi.
Lindbergh destacou o momento de unidade e força do partido, com mais um processo interno democrático.
“Gleisi será uma grande presidenta. Temos tem grande identidade, porque Gleisi tem uma postura que a gente concorda, muito combativa, de enfrentamento. Vamos apoiá-la muito na Presidência do PT”, apontou.
De acordo com o senador pelo Rio de Janeiro, a unidade do PT será fundamental para enfrentar as grande tarefas do próximo período.
“Mobilizar o povo para as Diretas, não participar desse colégio eleitoral, e construir a candidatura do nosso presidente Lula para voltar ao Palácio do Planalto. Eu saio muito animado daqui”, concluiu.
O pernambucano José de Oliveira enfatizou que as três candidaturas tinham marcas importantes para a renovação do PT.
“Conseguimos estabelecer o debate que tinha três segmentos fazendo valer o seu espaço. Lindbergh fazendo o seu recorte mais com a juventude, eu fazendo o recorte mais da questão racial, e Gleisi representando, de forma mais que justa, a maioria de mulheres que a gente tem no PT”.
Já o então presidente do PT, Rui Falcão, usou as redes sociais para parabenizar a nova presidenta.
“Gleisi foi escolhida neste sábado pela maioria dos delegados presentes ao 6º Congresso Nacional do PT Marisa Leticia Lula da Silva. Nossa senadora será a primeira mulher da história a dirigir o partido”.
Sobre a Frente Nacional:—
O coletivo Frente Nacional de Juristas pela Democracia começou a agir no período do golpe contra a presidentaDilma Rousseff e ganhou força após a condução coercitiva do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro. A ação foi amplamente criticada por juristas de todo país, bem como outras práticas no âmbito da Lava Jato. O jurista Celso Bandeira de Mello, um dos mais respeitados do país, chegou a declarar que Moro contribui para o descrédito da Justiça brasileira.
Agencia PT
Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em acidente de trânsito.

domingo, 28 de maio de 2017

dan2010: Diretas Já!

dan2010: Diretas Já!: Neste Congresso, .... sei não... Com exceção dos segmentos mais à esquerda, todas as demais lideranças partidárias se declararam contra as...

Diretas Já!

Neste Congresso, .... sei não...

Com exceção dos segmentos mais à esquerda, todas as demais lideranças partidárias se declararam contra as Diretas-Já; esta boa parte das lideranças partidárias brasileiras, querem manter a decisão sobre a sucessão nas mãos do Congresso Nacional — indiretas — mesmo que isto desagrade o povo que quer eleger diretamente aquele que substituirá Temer; o presidente interino do PSDB, que é um dos favoritos em caso de eleição indireta, Tasso Jereissati é absolutamente contra as eleições diretas; presidente do PMDB, Romero Jucá também não quer ver o povo decidindo: 

"Diretas-Já só em 2018", reforça; caciques da velha guarda — as verdadeira raposas — já perceberam que, em caso de eleições diretas, seu grupo político provavelmente seria enxotado da órbita do poder. Estes tais raposas devem ter se esquecido de que são representantes do verdadeiro dono do poder, o povo – “todo poder emana do povo que o exerce através de seus representantes eleitos ....”. O cientista político e historiador José Murilo de Carvalho, indica que presidentes eleitos no País têm sido normalmente vulneráveis desde 1930. 

A instabilidade, segundo ele, decorre da INCAPACIDADE dos governantes de lidar com a ASCENSÃO do POVO como ATOR RELEVANTE E PORTADOR de demandas novas num país marcado pela desigualdade. Wagner Moura, Fábio Assunção, Gregório Duvivier, Lucio Mauro Filho, Emanuele Araújo e Caetano Veloso divulgaram vídeos em que convocam para manifestação. O cantor e compositor Aldir Blanc publicou um artigo em que cita o despreparo e o desespero de Michel Temer para permanecer no poder com as maldades feitas contra a população: "O desespero Temeroso pode ser avaliado pelo grito de help às Forças Armadas, uma estupidez, com, é claro, a cumplicidade do minidef"; Blanc completa: "Não se derruba um governo sujo com rosas". 

A operação Lava Jato e a Superintendência da Polícia Federal do Paraná via Ministério da Justiça que destinou para ambos R$ 20,5 milhões — uma queda de 29,5%; o aperto financeiro é ainda maior, pois, além da redução, houve contingenciamento de 44% da verba destinada; procurador da República aponta "asfixia" da Lava Jato. Seria a forma de estancar a “sangria” proposta por Romero Jucá?

Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em colisões em acidentes de trânsito

domingo, 21 de maio de 2017