domingo, 13 de novembro de 2016
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dan2010: Janio de Freitas questiona de forma firme e segura...: A tensão crescente entre juízes e procuradores, de um lado, e Senado e Câmara de outro, tem quatro fontes, alguma originalidade e nenhuma p...
Janio de Freitas questiona de forma firme e segura as brincadeiras do Congresso
A tensão crescente entre
juízes e procuradores, de um lado, e Senado e Câmara de outro, tem quatro
fontes, alguma originalidade e nenhuma perspectiva de saída satisfatória para
os dois lados.
Se essa dificuldade de
conciliação pode significar agravamento e alargamento da crise, passando-a de
política e econômica para também institucional, é isso mesmo que se deve esperar.
E não para futuro distante.
As quatro fontes da discórdia
são os dez pontos, que a Câmara examina, sugeridos pela Operação Lava Jato para
combate à corrupção; os projetos contra abuso de autoridade e de acordos com
empresas corruptoras, ambos condenados pela Lava Jato e pela Procuradoria Geral
da República; e a iniciativa do presidente do Senado contra os supersalários,
que excedem o máximo legal no Executivo, no Legislativo e no Judiciário.
Em ao menos três dos casos, a
sensatez que se espera de quem fala pela Justiça está –é o máximo em
originalidade– exercida por congressistas, sendo um deles o contestado Renan Calheiros.
A Associação dos Juízes
Federais, por exemplo, tratou como ato contra a magistratura a criação, por
Renan Calheiros, de uma comissão para identificar onde estão e como se
constroem os supersalários nos Três Poderes.
Já por incluir governo e
Congresso, o ato resiste bem à crítica feita. Mas a reação se mostra ainda mais
torta quando se considera a legitimidade da iniciativa: nos funcionalismos das
três instituições, há salários (chamam-se vencimentos) que insultam o país.
Com ou sem truques, podem
estar todos baseados em regulamentos. Ainda assim, transgridem o máximo legal,
que é o salário de presidente da República. E isso precisa ser solucionado de
algum modo.
O clima
fervente no Poder Judiciário vem muito da incitação feita pelos procuradores da
Lava Jato e por Sergio Moro.
Tudo lhes é
permitido, logo, qualquer discordância com o emanado do grupo é mais do que
heresia: é, como diz Deltan Dallagnol, querer "a morte da Lava Jato",
quando não é defesa da corrupção.
Apesar dessas pressões, Onyx Lorenzoni,
deputado do DEM que só se fez conhecido por tomar chimarrão nas comissões com
televisão, está aproveitando
a oportunidade de fazer bem um trabalho importante e difícil.
Relator das dez
propostas da Lava Jato contra a corrupção, Lorenzoni faz acréscimos como a
possibilidade de que procuradores, juízes e promotores sejam processados por
crime de responsabilidade.
A Lava Jato é
exasperadamente contrária. Seus motivos não são misteriosos. Se, porém, ministros
do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República estão sujeitos a
tal processo, é injusto e incoerente que os demais juízes e promotores não o
sejam. Além disso, é nesses níveis que mais processos do gênero se
justificariam.
Lorenzoni propõe também a punição de manifestações
públicas de juízes sobre processos sem julgamento –o que leva a pensar logo em
Gilmar Mendes.
O teste que
consiste em fazer ofertas para averiguar a resistência à corrupção, no serviço
público, apenas foi atenuado. Uma pena: não muda o essencial, que é a
imoralidade e a covardia do ato, a que muitos honestos podem sucumbir por
desespero, e desgraçar-se.
Mas, entre muitas
modificações e acréscimos, foi entregue às baratas a proposta, ainda mais
imoral que a anterior, de tornar válido o uso de provas ilícitas "obtidas
de boa-fé". Mais do que uma proposta, aí se pode presumir uma confissão de
feitos ou de propósitos. E é admissível que de ambos.
A merecer repulsa, desde logo, são as manobras do deputado André
Moura no projeto para acordos de leniência (como a delação premiada, porém com
empresas).
Está evidente o seu objetivo e, portanto, do governo Michel
Temer, em três itens.
(1) - proibir que documentos empresariais
apresentados para acordo sejam usados por outros inquéritos.
(2) - anistiar o "caixa dois".
(3) - restringir às empresas a responsabilidade
pela corrupção, sem implicar diretores e donos.
Como empresa não faz corrupção, que é obra de
pessoas, já se sabe o que está por traz da pretensão do governo. A que custo, isso
não se sabe ainda.
Alfio Bogdan - Físico Professor e analista de acidentes de trânsito.
Fonte: Janio de Freitas ao 247 e Folha de S.Paulo
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
dan2010: Parece que estavam esperando para porem as mãos no...
dan2010: Parece que estavam esperando para porem as mãos no...: Temer está a torrar R$ 500 milhões, a “fundo perdido”, na “FARRA” do “cartão reforma” no valor de R$ 5 mil cada. O banquete oferecido por T...
Parece que estavam esperando para porem as mãos no poder
Temer
está a torrar R$ 500 milhões, a “fundo perdido”, na “FARRA” do “cartão reforma”
no valor de R$ 5 mil cada. O banquete oferecido por Temer em busca de apoio à
aprovação da PEC 241 custou, aos cofres públicos a bagatela de... Não informado
o valor; O Ministério da Cultura contratou por R$ 596.800 a empresa Treco Produções
Artística Ltda, "representante exclusiva de artistas consagrados pela
crítica especializada e/ou opinião pública".
Segundo o ministério, a
produtora prestará serviços de roteiro, direção, produção e promoverá
apresentações musicais. Em outro contrato, Diário Oficial, o governo informa o
pagamento de R$ 15 mil a Fafá de Belém para interpretação do Hino Nacional no
início da cerimônia.
Tudo isto com vistas à aprovação da PEC 241. Sancionou o
aumento de 41% do judiciário, R$ 500 mil no festejo dos 100 anos do samba brasileiro.
Mudaram as regras da exploração do Pré-Sal tirando a obrigatoriedade da participação
da Petrobras e a Shell já está esfregando as mãos para botá-las na massa negra
daquilo que já foi nosso.
Já - já teremos a Chevron, a Exxo “as verdadeiras e
desinteressadas” amigas de Serra. Ainda ontem, saiu
bem pouco, quase nada, a divulgação com destaque de rodapés, a decisão que inocentou
Vaccari no caso Bancoop. Em caso de denúncia, mesmo sem prova, o texto viria
com letras garrafais e no caso presente...
Alfio Bogdan _ Físico, Professor e analista de acidentes de trânsito
domingo, 6 de novembro de 2016
dan2010: dan2010: Vamos à história - um pouco de história n...
dan2010: dan2010: Vamos à história - um pouco de história n...: dan2010: Vamos à história - um pouco de história não faz ma... : Caso seja assinada e aceita a delação da Odebrecht, pelo Ministério Público...
dan2010: Vamos à história - um pouco de história não faz ma...
dan2010: Vamos à história - um pouco de história não faz ma...: Caso seja assinada e aceita a delação da Odebrecht, pelo Ministério Público, irá por água abaixo o golpe arquitetado pelo PSDB, junto ao PM...
Vamos à história - um pouco de história não faz mal a ninguém.
Caso seja assinada e aceita a delação da Odebrecht, pelo Ministério Público, irá por água abaixo o golpe arquitetado pelo PSDB, junto ao PMDB. Atenção! Gilmar Mendes e Cármen Lúcia empenharão a alma para defender os interesses de Serra & FHC.
O mais provável: alegarão que essa é a delação mais longa da estória da humanidade, que não poderá ser aceita 'sem mais'. Serra, já devia estar em Bangu 1, quando o livro "A Privataria Tucana" foi publicado (de Amaury Ribeiro Júnior).
A ideia do livro surgiu em 2009, quando Aécio e Serra disputavam acirradamente a indicação tucana para concorrer à presidência. O mineiro defendia prévias e o paulista se colocava como "o primeiro da fila". O jornal Estado de S. Paulo, articulado com José Serra, publicou um texto intitulado "Pó pará, governador?" que insinuava, já no título, que Aécio não poderia sonhar com a presidência e de forma delatora,o porque. Amaury Ribeiro Júnior já morava em Belo Horizonte e foi incumbido pelo dono do jornal Estado de Minas, Álvaro Teixeira da Costa, de produzir reportagem em resposta a "São Paulo" (referência às mídias polarizada com o PSDB). Que se investigassem as privatizações, pela fragilidade que as conexões com desvio de verbas públicas provocava em Serra. A investigação o levou a encontrar as contas usadas por Ricardo Sérgio, Alexandre Bourgeois e pela filha de Serra, Verônica Serra.
O livro,embora encomendado por Aécio, juntou documentação que provou e 'reprovou' a desonestidade esfuziante de Serra. Foi inevitável a reação do Congresso, instaurando-se uma CPI, entregue a sua presidência a um parlamentar do PT. E daí? Daí...O PT ARQUIVOU a CPI que poderia ter encerrado a vida política de Serra.
Se isso aconteceu, em passado não tão passado, será preciso muito cuidado agora, quando essa Figura abjeta representa os interesses da "máfia do petróleo" e defende as práticas imperialistas do Departamento de Estado dos EUA.
Todos e Todas: OLHOS VIGILANTES.
O mais provável: alegarão que essa é a delação mais longa da estória da humanidade, que não poderá ser aceita 'sem mais'. Serra, já devia estar em Bangu 1, quando o livro "A Privataria Tucana" foi publicado (de Amaury Ribeiro Júnior).
A ideia do livro surgiu em 2009, quando Aécio e Serra disputavam acirradamente a indicação tucana para concorrer à presidência. O mineiro defendia prévias e o paulista se colocava como "o primeiro da fila". O jornal Estado de S. Paulo, articulado com José Serra, publicou um texto intitulado "Pó pará, governador?" que insinuava, já no título, que Aécio não poderia sonhar com a presidência e de forma delatora,o porque. Amaury Ribeiro Júnior já morava em Belo Horizonte e foi incumbido pelo dono do jornal Estado de Minas, Álvaro Teixeira da Costa, de produzir reportagem em resposta a "São Paulo" (referência às mídias polarizada com o PSDB). Que se investigassem as privatizações, pela fragilidade que as conexões com desvio de verbas públicas provocava em Serra. A investigação o levou a encontrar as contas usadas por Ricardo Sérgio, Alexandre Bourgeois e pela filha de Serra, Verônica Serra.
O livro,embora encomendado por Aécio, juntou documentação que provou e 'reprovou' a desonestidade esfuziante de Serra. Foi inevitável a reação do Congresso, instaurando-se uma CPI, entregue a sua presidência a um parlamentar do PT. E daí? Daí...O PT ARQUIVOU a CPI que poderia ter encerrado a vida política de Serra.
Se isso aconteceu, em passado não tão passado, será preciso muito cuidado agora, quando essa Figura abjeta representa os interesses da "máfia do petróleo" e defende as práticas imperialistas do Departamento de Estado dos EUA.
Todos e Todas: OLHOS VIGILANTES.
Texto de Maria Fernanda Arruda - jornalista, ativista, participativa,
Alfio Bogdan - Físico, Professor e analista/parecerista em acidentes de Transito
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