sábado, 6 de maio de 2017

Sim, somos, por quê não? São cinco os pontos econômicos!

Respeitando o tempo na política - distinto do tempo das pessoas - intelectuais e políticos de boa-fé no democrático espaço da Faculdade do Largo de São Francisco  - mais uma vez -  foi palco da democrática manifestação  de  mais uma das parcelas de boa-fé. Entre tantos, ali esteve o senador Lindbergh puxando a  fila.  

Para termos desenvolvimento econômico, precisamos de investimentos públicos (financiados por poupança pública) e principalmente investimentos privados. E para os termos precisamos de uma política fiscal, cambial socialmente responsáveis; precisamos juros baixos e taxa de câmbio competitiva; e precisamos ciência e tecnologia.

Para termos diminuição da desigualdade, precisamos de impostos progressivos e de um Estado de bem-estar social amplo, que garanta de forma universal educação, saúde e renda básica. E precisamos garantir às mulheres, aos negros, aos indígenas e aos LGBT direitos iguais aos dos homens brancos e ricos.

Para termos proteção do ambiente, precisamos cuidar de nossas florestas, economizar energia, desenvolver fontes renováveis e participar do esforço para evitar o aquecimento global.
Neste manifesto inaugural estamos nos limitando a definir as políticas públicas de caráter econômico. Apresentamos, assim, os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil Nação:

1 Regra fiscal que permita a atuação contracíclica do gasto público, e assegure prioridade à educação e à saúde
2 Taxa básica de juros em nível mais baixo, compatível com o praticado por economias de estatura e grau de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil
3 Superávit na conta corrente do balanço de pagamentos que é necessário para que a taxa de câmbio seja competitiva
4 Retomada do investimento público em nível capaz de estimular a economia e garantir investimento rentável para empresários e salários que reflitam uma política de redução da desigualdade
5 Reforma tributária que torne os impostos progressivos
Esses cinco pontos são metas intermediárias, são políticas que levam ao desenvolvimento econômico com estabilidade de preços, estabilidade financeira e diminuição da desigualdade. São políticas que atendem a todas as classes exceto a dos rentistas.

A missão do Projeto Brasil Nação é pensar o Brasil, é ajudar a refundar a nação brasileira, é unir os brasileiros em torno das ideias de nação e desenvolvimento – não apenas do ponto de vista econômico, mas de forma integral: desenvolvimento político, social, cultural, ambiental; em síntese, desenvolvimento humano. Os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil são seus instrumentos – não os únicos instrumentos, mas aqueles que mostram que há uma alternativa viável e responsável para o Brasil.

Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em acidente de trânsito
Fonte: Viomundo

vídeo do https://youtu.be/DducwP3lgIo  encontro

sexta-feira, 5 de maio de 2017

dan2010: Precisa ver se o Lula quer esta proteção...

dan2010: Precisa ver se o Lula quer esta proteção...: A condução coercitiva e a reviravolta na casa de Lula o foi para protegê-lo, certo Juiz Moro? Agora mais uma nova norma protecionista: não p...

Precisa ver se o Lula quer esta proteção...

A condução coercitiva e a reviravolta na casa de Lula o foi para protegê-lo, certo Juiz Moro? Agora mais uma nova norma protecionista: não permitir a gravação de áudio nem da imagens do pronunciamento. É por aqui que anda o Brasil... Provocações em cima de provocações. Mas, vamos lá:
Em um documento assinado por Deltan Dallagnol e outros 12 procuradores da Lava Jato, o Ministério Público Federal argumenta que uma eventual gravação feita pelos advogados de Lula poderia acabar por vazar para a imprensa e revelar detalhes indevidos do processo, "inclusive falas entre o depoente e seus advogados, vindo a prejudicá-lo"; "Assim, após dezenas de vazamentos indevidos ocorridos no âmbito da Lava Jato, via de regra para veículos de imprensa conservadores, que utilizam os objetos de vazamento de maneira a prejudicar ainda mais os acusados da Lava Jato, agora, quando Lula ficará frente a frente com Sérgio Moro, Dallagnol e seus colegas mostram o zelo que possuem pela manutenção de informações processuais sigilosas, independentemente do fato de ser o depoimento de Lula público e aberto a todos os interessados", disse Lula por meio de sua assessoria de imprensa; juiz Sérgio Moro deverá decidir sobre o caso nos próximos dias. 

Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em acidente de trânsito.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

dan2010: Bandeira de Mello sempre pela verdade.

dan2010: Bandeira de Mello sempre pela verdade.: Para o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, o significado da libertação do ex-ministro José Dirceu, após decisão da Segunda Turma do Su...

Bandeira de Mello sempre pela verdade.

Para o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, o significado da libertação do ex-ministro José Dirceu, após decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, na terça-feira (2), é “simples”|►  “O significado é o retorno do Brasil ao Estado de direito. A Constituição diz expressamente, com todas as letras, que o réu, o acusado, tem o direito de permanecer calado. Se tem esse direito, é evidente que ninguém pode ser preso para ser obrigado a delatar”, diz. |► “Qualquer um que não seja imbecil entende. Mas o juiz (Sérgio) Moro parece que não entende. Então, o Supremo tratou de reintegrar o estado de direito, que estava sumido.”

Para ele, o fato de a decisão do STF vir depois de inúmeras denúncias e delações que implicam líderes importantes do PSDB, o que pode significar uma espécie de precedente para envolvidos que ainda não se tornaram réus, não diminui a importância da decisão, do ponto de vista constitucional e jurídico.
“A imprensa vem dando toda a cobertura para a violação do Estado de direito. Claro que vai beneficiar a turma do PSDB que nunca foi pega. Mas o que se vai fazer? O Estado de Direito não permitia selecionar, não era para ser desse jeito. Mas é melhor que voltemos ao Estado de direito do que continuemos fora dele”, afirma Bandeira de Mello.
Os votos favoráveis à libertação de José Dirceu foram proferidos pelos ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, a quem coube desempatar a votação, que acabou 3 a 2 a favor de Dirceu. Ele deixou a prisão na tarde desta quarta-feira, após colocar tornozeleira eletrônica, conforme determinou Moro.
“Não importa com o voto de quem (houve o desempate). O fato é que você pode dizer que ele (Gilmar Mendes) e o Toffoli não eram os mais cotados entre os ministros do Supremo. Não eram mesmo. Mas antes voltar ao Estado de direito com o voto do Gilmar do que não voltar pelas mãos de ninguém”, avalia Bandeira de Mello.
Os ministros Celso de Mello e Edson Fachin, relator do habeas corpus, votaram contra e foram vencidos. 
Dirceu estava sob prisão preventiva desde agosto de 2015, por determinação do juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, no Complexo Médico-Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. 

Segundo o voto de Gilmar Mendes, Dirceu estava preso há cerca de dois anos com base em duas condenações em primeira instância e há 11 meses aguardava julgamento da apelação. “A prisão preventiva precisa ser adequada e proporcional, e, no caso, o acusado ainda está em estado de presunção de inocência”, concluiu.
Divulgado no RDB.
Alfio Bogdan --- Físico e Professsor. Analista em acidente de transito.

terça-feira, 2 de maio de 2017

dan2010: Viver é melhor que sonhar!!!

dan2010: Viver é melhor que sonhar!!!: Viver é melhor que sonhar; dória joga fora flores recebidas em homenagem aos mortos nas marginais; ah! Fosse possível:             “Fica ...

Viver é melhor que sonhar!!!

Viver é melhor que sonhar; dória joga fora flores recebidas em homenagem aos mortos nas marginais; ah! Fosse possível:             “Fica Belchior, Fora Temer, por aquele nossos corações choram, porém, ainda nos resta a luta por “Fora Temer”. MTST qualifica as prisões preventivas como arbitrárias e diz não haver provas contra os militantes detidos a não ser a palavra dos policiais; As maldades deste (des)governo ficam registradas em Fotografia 3 x 4 de Melchior (escute); Se se consumar a subtração do acervo do Presidente Lula e for levado ao planalto, o usurpador deverá ser denunciado como receptor e quem ordenou usou do abuso de autoridade (é uma provocação de menino mimado); Ilegitimo, misógino, tacanho: adjetivação ao “aliado” traidor — como dói a traição daquele que se confia como articulador; Melchior é para se escutar — não para ouvir; Temer é eleito como traidor do povo brasileiro – sua (dele) está por chegar; Athaides, senador, se diz empresário há trinta anos apoia a “destruição selvagem de direitos” que é apresentada como algo "moderno" e 'civilizado', que vai 'beneficiar a todos'(!?), principalmente os trabalhadores — nós não percebemos assim, assim fosse não haveria 71% de rejeição a Temer; ouçamos e em seguida escutemos "A Palo Seco"; Ex-embaixador britânico diz que Brasil sofre “golpe ultracorrupto da CIA”. O rombo de R$ 151,9 bilhões nas contas do INSS pode ser facilmente coberto se for executada a dívida com o INSS – R$ 432 bi. Cada frase, entre ponto e vírgula, completa-se em si mesma, o conteúdo daquilo que se pretendeu levar aos leitores.
Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista de acidentes de transito