Em um documento assinado por Deltan Dallagnol e outros 12 procuradores da Lava Jato, o Ministério Público Federal argumenta que uma eventual gravação feita pelos advogados de Lula poderia acabar por vazar para a imprensa e revelar detalhes indevidos do processo, "inclusive falas entre o depoente e seus advogados, vindo a prejudicá-lo"; "Assim, após dezenas de vazamentos indevidos ocorridos no âmbito da Lava Jato, via de regra para veículos de imprensa conservadores, que utilizam os objetos de vazamento de maneira a prejudicar ainda mais os acusados da Lava Jato, agora, quando Lula ficará frente a frente com Sérgio Moro, Dallagnol e seus colegas mostram o zelo que possuem pela manutenção de informações processuais sigilosas, independentemente do fato de ser o depoimento de Lula público e aberto a todos os interessados", disse Lula por meio de sua assessoria de imprensa; juiz Sérgio Moro deverá decidir sobre o caso nos próximos dias.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Precisa ver se o Lula quer esta proteção...
A condução coercitiva e a reviravolta na casa de Lula o foi para protegê-lo, certo Juiz Moro? Agora mais uma nova norma protecionista: não permitir a gravação de áudio nem da imagens do pronunciamento. É por aqui que anda o Brasil... Provocações em cima de provocações. Mas, vamos lá:
Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista em acidente de trânsito.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
dan2010: Bandeira de Mello sempre pela verdade.
dan2010: Bandeira de Mello sempre pela verdade.: Para o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, o significado da libertação do ex-ministro José Dirceu, após decisão da Segunda Turma do Su...
Bandeira de Mello sempre pela verdade.
Para o jurista
Celso Antônio Bandeira de Mello, o significado da libertação do ex-ministro
José Dirceu, após decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, na
terça-feira (2), é “simples”|► “O significado é o retorno do Brasil ao Estado
de direito. A Constituição diz expressamente, com todas as letras, que o
réu, o acusado, tem o direito de permanecer calado. Se tem esse direito, é
evidente que ninguém pode ser preso para ser obrigado a delatar”, diz. |► “Qualquer um que não seja imbecil entende. Mas o
juiz (Sérgio) Moro parece que não entende. Então, o Supremo tratou de reintegrar
o estado de direito, que estava sumido.”
Para ele, o fato
de a decisão do STF vir depois de inúmeras denúncias e delações que implicam
líderes importantes do PSDB, o que pode significar uma espécie de precedente
para envolvidos que ainda não se tornaram réus, não diminui a importância da
decisão, do ponto de vista constitucional e jurídico.
“A imprensa vem
dando toda a cobertura para a violação do Estado de direito. Claro que vai
beneficiar a turma do PSDB que nunca foi pega. Mas o que se vai fazer? O Estado
de Direito não permitia selecionar, não era para ser desse jeito. Mas é melhor
que voltemos ao Estado de direito do que continuemos fora dele”, afirma
Bandeira de Mello.
Os votos
favoráveis à libertação de José Dirceu foram proferidos pelos ministros Ricardo
Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, a quem coube desempatar a votação,
que acabou 3 a 2 a favor de Dirceu. Ele deixou a prisão na tarde desta
quarta-feira, após colocar tornozeleira eletrônica, conforme determinou Moro.
“Não importa com o voto de quem (houve o desempate). O fato é que
você pode dizer que ele (Gilmar Mendes) e o Toffoli não eram os mais cotados entre
os ministros do Supremo. Não eram mesmo. Mas antes voltar ao Estado de direito
com o voto do Gilmar do que não voltar pelas mãos de ninguém”, avalia Bandeira
de Mello.
Os ministros Celso
de Mello e Edson Fachin, relator do habeas corpus, votaram contra e foram
vencidos.
Dirceu estava sob
prisão preventiva desde agosto de 2015, por determinação do juiz federal Sérgio
Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, no Complexo Médico-Penal em Pinhais,
região metropolitana de Curitiba.
Segundo o voto de
Gilmar Mendes, Dirceu estava preso há cerca de dois anos com base em duas
condenações em primeira instância e há 11 meses aguardava julgamento da
apelação. “A prisão preventiva precisa ser adequada e proporcional, e, no caso,
o acusado ainda está em estado de presunção de inocência”, concluiu.
Divulgado no RDB.
Alfio Bogdan --- Físico e Professsor. Analista em acidente de transito.
terça-feira, 2 de maio de 2017
dan2010: Viver é melhor que sonhar!!!
dan2010: Viver é melhor que sonhar!!!: Viver é melhor que sonhar; dória joga fora flores recebidas em homenagem aos mortos nas marginais; ah! Fosse possível: “Fica ...
Viver é melhor que sonhar!!!
Viver é melhor
que sonhar; dória joga fora flores recebidas em homenagem aos mortos nas
marginais; ah! Fosse possível: “Fica
Belchior, Fora Temer, por aquele nossos corações choram, porém, ainda nos resta
a luta por “Fora Temer”. MTST qualifica as prisões preventivas como arbitrárias
e diz não haver provas contra os militantes detidos a não ser a palavra dos
policiais; As maldades deste (des)governo ficam registradas em Fotografia 3 x 4
de Melchior (escute); Se se consumar a subtração do acervo do Presidente Lula e
for levado ao planalto, o usurpador deverá ser denunciado como receptor e quem
ordenou usou do abuso de autoridade (é uma provocação de menino mimado);
Ilegitimo, misógino, tacanho: adjetivação ao “aliado” traidor — como dói a
traição daquele que se confia como articulador; Melchior é para se escutar —
não para ouvir; Temer é eleito como traidor do povo brasileiro – sua (dele)
está por chegar; Athaides, senador, se diz empresário há trinta anos apoia a
“destruição selvagem de direitos” que é apresentada como algo
"moderno" e 'civilizado', que vai 'beneficiar a todos'(!?),
principalmente os trabalhadores — nós não percebemos assim, assim fosse não
haveria 71% de rejeição a Temer; ouçamos e em seguida escutemos "A Palo
Seco"; Ex-embaixador britânico diz que Brasil sofre “golpe ultracorrupto da CIA”. O rombo de R$ 151,9 bilhões nas contas do INSS pode ser facilmente
coberto se for executada a dívida com o INSS – R$ 432 bi. Cada frase, entre
ponto e vírgula, completa-se em si mesma, o conteúdo daquilo que se pretendeu
levar aos leitores.
Alfio Bogdan - Físico e Professor - analista de acidentes de transito
segunda-feira, 24 de abril de 2017
dan2010: O que é a política?
dan2010: O que é a política?: Atrevemo-nos a uma viagem no mundo a filosofia. Fomos à Grécia de Sócrates, Platão e Aristóteles... Mais moderna viagem chegados a Norberto...
O que é a política?
Atrevemo-nos a uma viagem no mundo a filosofia. Fomos à Grécia de Sócrates, Platão e Aristóteles... Mais moderna viagem chegados a Norberto Bobbio. Haverá que se escrever muito mais do que o que aqui delineio, mas creio o início de uma longa viagem... Venha comigo!
“A
atividade política é a mais importante das atividades
humanas” (Ayres Brito).
Na vida de todos nós, viventes, tudo se resume na
política em sua concepção mais ampla. “Os fins da política são tantos quantas
forem as metas a que um grupo organizado se propõe, segundo os tempos e as
circunstâncias”. Porém, “um fim mínimo à política (enquanto poder de força) é a
manutenção da ordem pública e a defesa da integridade nacional” (Bobbio). A
Democracia empresta a mais ampla parcela de sua significação à prática
política.
Abatido pela "pós-verdade" (a sociedade
preferiu os boatos aos fatos), brasileiro não enxerga avanços institucionais e
perde a crença na política, avalia diretor do Diap ao lembrar a “crônica da
tragédia anunciada”: ≪Desqualificação da política≫.
O analista é conhecedor profundo dos bastidores do
Congresso Nacional, Toninho, onde convive diariamente com as articulações
políticas e legislativas há quase 40 anos, nos traz que o país avançou nos
últimos anos na adoção de mecanismos de controle e transparência dos gastos
públicos, porém, perdeu a capacidade de discutir e buscar saídas convergentes
para temas que interferem de maneira impactante na sociedade, como as crises
política, econômica e a corrupção.
Para Toninho, o enfrentamento dessas questões
depende, inicialmente, de investimento em educação política e cívica. “O
brasileiro perdeu a capacidade de relativizar, foi completamente envolvido por
essas artimanhas do período pós-verdade, em que os fatos, os argumentos e a
verdade ficam em segundo plano, frente a outras formas de provocar reações, os
comportamentos mais primitivos do ser humano”.
Não me cabe buscar a reflexão eis que
cada qual tem a sua. Trago estas palavras para aplica-las a Léo Pinheiro cujo
passado não longínquo inocentou Lula e teve sua delação desqualificada. Sim,
ninguém disse a razão, mas ficou mais que “na cara”. Entre aquela delação e a de agora, decorrido
tempo suficiente para arquitetar o “canal” para sua liberdade — aceitou alguma
sugestão? Doido, eu? Mas ao vilão, verme diria eu, não restam dúvidas, mas quão
difícil é entrarem no Reino de Deus “aqueles que põem a sua confiança nas
riquezas”! Na sequência, vem a sentença: “É mais fácil o camelo passar pelo
fundo de uma agulha do que o rico entrar no Reino de Deus”. É isto mesmo, sem
dúvida alguma, Léo, nem em pensamento, disporá de seu patrimônio e dá-lo-á aos
pobres. Dono de grande fortuna lançou ao espaço o pensamento mais esdrúxulo,
estúpido: ≪Lula orientou-me(!?) a destruir todos os documentos
sobre as negociatas, balbuciou≫. Fosse verdade já não teria dito
naquela outrora delação desqualificada? Não creio que Moro ira se estribar
sobre esta frágil e estapafúrdia afirmação de Léo, nem creio que Fachin venha
aceita-la de tão inacreditável e mirabolante.
Alfio Bogdan - Físico e Professor - Analista em acidente de transito.
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